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Inner Questions

Inner Questions How many years ago, how long is it born? The quest for existence, where did it begin? Is the answer in the past, or is it before? Forward into myself, does it come from within? You did walk many roads, certain you was not How could it be, when the sky is so far? Thine heart gently whispers, head firmly north To a inner world, big as countless stars Maybe it'll get you outworn, this exhaustive search Happy memories will help you, not to feel lurch So always remember: sadness brings no gain Therefore be assured, when the wild wind blows Besieged as you walk, it is only a thoughtless flow. Your spirit claims: thy life bears your reign...

Noite de Chuva e Saudade

Ando querendo escrever mais, mas há outras coisas que me ocupando no momento. Nesse ínterim, deixo uma poesia de alguns anos atrás. Noite de Chuva e Saudade O sono é muito quieto Despertando inconsciente E assim permanecendo O descanso é inalcançável Continua a desprezar Os esforços incompreensíveis As frases são disconexas Metafóricas e inúteis Contínuas e incompletas Os sons são passageiros Conduzem e são conduzidos A lugares que não existem O toque é insensível Traz lembrança crua De noites solitárias A língua é impaciente Dilui épocas imensas De dúvidas etéreas Os céus são acinzentados Incontáveis e belos Nestes segundos angustiantes Os cabelos são raios alegres Negros, debochantes Da pele e da claridade Meu corpo é reflexo Dúvida e falta De um dia mais calmo.

Daquela Primeira Vez

Daquela Primeira Vez E lembrando daquele tempo, Em que havia tanta verdade Nas pessoas e nos sorrisos, Eu não consegui falar, Nem fui capaz de completar. Mas você poderia mentir, Para que eu pudesse sentir, Aquela alegria de viver? Porque na ânsia de querer, Eu soube mas não quis... E o frio voltar poderia, Deserto em meio ao calor De um sol do nascer solitário, Sem medo e sem simpatia, Mostrando a inutilidade  Desse monólogo fútil, De mais um menino vazio, Contente só de só estar? Porque com medo de chorar, Eu quis fingir e então sorri... E o que é que tem brincar Daquele velho brinquedo Que eu não guardei segredo No corpo do teu ouvido? E por que não dizer adeus, Se nestes tristes olhos meus, Eu vejo meu chão fenecer, E a tua boca se afastar? Me sentindo tão sozinho, E sem conseguir fugir... E qual a causa de não encontrar O porquê da minha solidão, De não deixar ficar assim Convicto interior do sim, Sem saber se abraço ou dou a mão? E em qual laço o meu sofrer Amarra a pele do t...

Velocidades da Vida

Velocidades da Vida A noite nos faz crer ( dada a pouca luz ) que o tempo é um troço auditivo. E as velocidades da vida me fazem perguntar se posso confiar no som.

Acerca do Frio das Noites

Acerca do Frio das Noites Sabes, Nas noites de frio Não queria o calor Dos cobertores. Queria o calor Do teu pensamento. Mesmo que não esquentasse Tanto minha pele, Esquentaria mais Meu coração! Tua presença me conforta, Mas a marca que No coração deixaste Não foi marca de conforto... Esta foi marca de saudade, E a saudade não me Esquenta. Mas a recordação Que vez em quando chega Me traz felicidade! Felicidade é saber Que o frio vem, Mas vai e deixa O calor do sentimento.

On a different kind of love

On a different kind of love My dear I tell you that we will Rise to dreams of love. For this is truly real When time stands still In the awake of our embrace, And as affection persists Adorning us with grace. So even though we miss the face How can we not insist In this yet unheard bliss?

O Que Fica não São as Palavras

O Que Fica não São as Palavras Uma PALAVRA para me definir, E a mim, todas nossas VIVÊNCIAS, É algo quase SURREAL. Um ato INCONSTITUCIONAL No CORPO da minha constituição. Eu quero BEM insensato, Que possamos sentir o GOSTO Que tem a fruta sem CAROÇO E o vapor dos LEGUMES cozidos, No AZEITE da alma mais sincera, E ao CALOR da pessoa mais cara. Pois sei que iremos ENCONTRAR A BELEZA completamente ignorante Das COISAS ruins deste mundo. E o BEIJO totalmente inconstante Na BOCA voraz e insistente Em trazer o TOQUE dissonante. Vai ver seja só eu CARENTE Sem nenhum valor SEMÂNTICO E inteiramente sem ORDEM. Mas se é um delíro ROMÂNTICO, Para mim ele é SUFICIENTE, Então peço, não me ACORDEM. É que dentro de mim há CONFIANÇA Que somos DANIEL sem cova e sem leão, Cais, CAROL e canção, ANA, céu e a lembrança Do tempo passado, a CORRER sem razão. E se uns falam que somos CHATOS, Outros dizem que somos LEAIS. E se uns acham-nos INGRATOS, Outros nos chamam LEGAI...