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Perpetuamente II

Nada melhor que uma poesia para comemorar a aurora de novas reflexões, experiências e sensações! Perpetuamente II Se o que é constante não tem fim, Não terá  fim minha vontade De me tornar alguém capaz No amanhã, e mais e mais Brilhante sol de um novo alguém. Porque quando eu vejo teus gestos Me inunda uma sensação tão grata Que ao se acabarem as horas Não é o tempo que faz falta: Meu tempo dura enquanto vive A completude do teu bem E se te dou meu dote em palavras É que me falta forma, não essência: Saiba que meus sonhos só são belos Pois de manhã, quando eu acordo Lembro que você por eles anda E à noite, quando adormeço Eu vivo um novo recomeço De nossa eterna convivência E dos meus sonhos bons, Por que não querer Fazer o amor virar verdade? Ilusão não é sonhar É inocente vislumbrar A vida e a felicidade E se hoje sou feliz eu sei Que é porque de tudo que eu sonhei Foi só você que ressoou Pela nossa perpetuidade...

Inner Questions

Inner Questions How many years ago, how long is it born? The quest for existence, where did it begin? Is the answer in the past, or is it before? Forward into myself, does it come from within? You did walk many roads, certain you was not How could it be, when the sky is so far? Thine heart gently whispers, head firmly north To a inner world, big as countless stars Maybe it'll get you outworn, this exhaustive search Happy memories will help you, not to feel lurch So always remember: sadness brings no gain Therefore be assured, when the wild wind blows Besieged as you walk, it is only a thoughtless flow. Your spirit claims: thy life bears your reign...

Noite de Chuva e Saudade

Ando querendo escrever mais, mas há outras coisas que me ocupando no momento. Nesse ínterim, deixo uma poesia de alguns anos atrás. Noite de Chuva e Saudade O sono é muito quieto Despertando inconsciente E assim permanecendo O descanso é inalcançável Continua a desprezar Os esforços incompreensíveis As frases são disconexas Metafóricas e inúteis Contínuas e incompletas Os sons são passageiros Conduzem e são conduzidos A lugares que não existem O toque é insensível Traz lembrança crua De noites solitárias A língua é impaciente Dilui épocas imensas De dúvidas etéreas Os céus são acinzentados Incontáveis e belos Nestes segundos angustiantes Os cabelos são raios alegres Negros, debochantes Da pele e da claridade Meu corpo é reflexo Dúvida e falta De um dia mais calmo.

Daquela Primeira Vez

Daquela Primeira Vez E lembrando daquele tempo, Em que havia tanta verdade Nas pessoas e nos sorrisos, Eu não consegui falar, Nem fui capaz de completar. Mas você poderia mentir, Para que eu pudesse sentir, Aquela alegria de viver? Porque na ânsia de querer, Eu soube mas não quis... E o frio voltar poderia, Deserto em meio ao calor De um sol do nascer solitário, Sem medo e sem simpatia, Mostrando a inutilidade  Desse monólogo fútil, De mais um menino vazio, Contente só de só estar? Porque com medo de chorar, Eu quis fingir e então sorri... E o que é que tem brincar Daquele velho brinquedo Que eu não guardei segredo No corpo do teu ouvido? E por que não dizer adeus, Se nestes tristes olhos meus, Eu vejo meu chão fenecer, E a tua boca se afastar? Me sentindo tão sozinho, E sem conseguir fugir... E qual a causa de não encontrar O porquê da minha solidão, De não deixar ficar assim Convicto interior do sim, Sem saber se abraço ou dou a mão? E em qual laço o meu sofrer Amarra a pele do t...

Velocidades da Vida

Velocidades da Vida A noite nos faz crer ( dada a pouca luz ) que o tempo é um troço auditivo. E as velocidades da vida me fazem perguntar se posso confiar no som.

Acerca do Frio das Noites

Acerca do Frio das Noites Sabes, Nas noites de frio Não queria o calor Dos cobertores. Queria o calor Do teu pensamento. Mesmo que não esquentasse Tanto minha pele, Esquentaria mais Meu coração! Tua presença me conforta, Mas a marca que No coração deixaste Não foi marca de conforto... Esta foi marca de saudade, E a saudade não me Esquenta. Mas a recordação Que vez em quando chega Me traz felicidade! Felicidade é saber Que o frio vem, Mas vai e deixa O calor do sentimento.

On a different kind of love

On a different kind of love My dear I tell you that we will Rise to dreams of love. For this is truly real When time stands still In the awake of our embrace, And as affection persists Adorning us with grace. So even though we miss the face How can we not insist In this yet unheard bliss?